Hoje tive a oportunidade de conhecer o senhor 569. Era já um bocado para o velhote, ainda assim detinha em si toda uma robustez corporal (vá isto generalizando um pouco a resistência craniana a outras partes do corpo). Se ainda jogasse Sims depois da aula de hoje tinha mais uns quantos nomes para dar aos recém-nascidos. "[com voz agudinha]: APÓFISE MASTÓIDEEE, chega aqui!! O que é que tu fizeste à minha jarraaaa?" (As aulas de Biologia e de Português - sim, que entre figuras de estilo e nomes esquisitos da análise morfossintática de cenas existe um espólio alargado de palavrinhas bonitas - eram muito ricas em aumentar o número de páginas do meu dicionário biológico aka qualquer nome marado que dei em Raciocínio e Linguagem no ano passado)
No senhor 569 vivia uma borboleta.
(Se agora podia estar a pegar no telefone e comunicar com alguns ancestrais meus? Podia, mas não me estava a apetecer ter que lidar com uma construção psico(somática, por vezes) minha, que envolve fazer representações e cenas dessas sobre indivíduos ou coisas sobre os quais não nutro um especial envolvimento emocional. A estas representações chamam-se preparação e expectativas e elas são muito lindas.)
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